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terça-feira, 18 de outubro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Tudo bem não estar bem
Cristo nos permite estar bem não estando bem. Na verdade, nós sabemos que não estamos bem – embora tentemos arduamente convencer a nós mesmo e às outras pessoas de que estamos sempre bem. Mas Cristo nos diz: “Relaxa, está terminado. A pressão está eliminada.”
Por causa do evangelho, não temos nada para provar ou proteger. Nós podemos parar de fingir. Podemos tirar as nossas máscaras e sermos verdadeiros. O evangelho nos liberta de tentarmos impressionar as pessoas, satisfazer as pessoas, medir as pessoas ou provar quem somos para as pessoas. O evangelho nos liberta do fardo de tentar controlar o que as pessoas pensam sobre nós. Ele nos livra da perseguição miserável e insaciável de fazer algo de nós mesmo usando os outros.
O evangelho nos livra do que um escritor chama de “a lei da capacidade” – a lei “que nos julga deficiente se não somos capazes, se não sabemos lidar com tudo isso, se não somos competentes para equilibrar os nossos compromissos diversos sem nenhum deslize.” O evangelho nos garante a força de admitir que somos fracos, necessitados e inquietos – sabendo que o trabalho terminado de Cristo provou ser toda a força, satisfação e paz que poderíamos querer, e muito mais. Uma vez que Jesus é a nossa força, nossa fraqueza não ameaça nosso senso de valor e nosso senso do que vale a pena. Agora, estamos livres para admitir nossos erros e fraqueza sem sentirmos como se nossa carne estivesse sendo tirada de nossos ossos.
Uma vez que Jesus é a nossa força, nossa fraqueza não ameaça nosso senso de valor e nosso senso do que vale a pena.
O evangelho nos liberta do desejo de auto-ganho, do desejo de nos impulsionar para os nossos próprios propósitos, agenda e auto-estima. Quando você entende que o seu significado, segurança e identidade estão ancorados em Cristo, você não precisa ganhar – você está livre para perder. E nada nesse mundo caído pode abater uma pessoa que não tem medo de perder! Você será livre para dizer coisas loucas, arriscadas e contra-intuitivas como “O viver é Cristo e o morrer é lucro!”
Agora você pode passar sua vida dando o seu lugar a outros ao invés de guardá-lo deles – porque a sua identidade está em Cristo, não no seu lugar.
Agora você pode passar sua vida indo para o segundo plano ao invés de tomar a frente - porque a sua identidade está em Cristo, não em sua posição.
Agora você pode passar sua vida dando, não recebendo – porque a sua identidade está em Cristo, não em suas posses.
Real, pura e inalterada liberdade acontece quando os recursos do evangelho esmagam qualquer sentido de necessidade de assegurar para mim alguma coisa a mais do que aquilo que Cristo já assegurou.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Ir ao McDonald’s não faz de você um hambúrguer…
Ir ao McDonald’s não faz de você um hambúrguer…
assim como ir à igreja não faz de você um cristão!
E fim! Na realidade, eu poderia terminar o post por aqui, porque já está tudo explicado em apenas uma frase.
Mas não, sei que há mais a ser dito.
“Ir à igreja não faz de você um cristão, como ir ao McDonald’s não faz de você um hamburguer.”
Essa na realidade, é a frase original. Foi escrita por Keith Green, um músico cristão, mas poderia ter sido escrita por Deus, para você. E na verdade, eu creio que foi. Só mesmo Deus para dar uma inspiração tão profunda como essa.
Reflita: trocar a lâmpada do seu quarto, não faz de você um eletricista; martelar uma cadeira que quebrou, não faz de você um carpinteiro, e com certeza o fato de você ir à igreja, não o torna um cristão.
Mas então, se ir à igreja não me torna cristão, o que me torna cristão?
Ser cristão vai muito além do fato de ir à igreja nos domingos. São atitudes diárias que determinam se você é cristão ou não. Ser cristão, como o próprio nome diz é se parecer como Cristo.
Estamos em um constante processo de ser parecer mais e mais com Cristo, e esse processo tem o nome de Santificação, que começa na conversão, no dia que você aceita Cristo como seu Salvador. Conversão, na verdade, significa isso, converter: mudar de um estado para outro. Algo, que não acontece da noite para o dia, mas diariamente. Ou seja, virar uma nova criatura. Se alguém está em Cristo, é nova criatura (II Co. 5:17)
“Assim já não sou eu quem vive, mas Cristo é quem vive em mim. E esta vida que vivo agora, eu a vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e se deu a si mesmo por mim.” Gálatas 2:20
Se Cristo vive em você, o que você tem feito com a sua vida para mostrar isso ao mundo? O mundo não vai ver você indo à igreja, mas sim, as suas atitudes.
“Aos olhos do mundo, não é a nossa relação com Jesus que conta; é a nossa semelhança com Ele!”
Charles Swindoll
quinta-feira, 28 de julho de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
[IN]diferente
Durante essa semana enquanto eu trabalhava veio a minha mente a seguinte frase: “Deus nos convida a viver de modo diferente e não de modo indiferente”, essa frase não saiu de minha mente então quero compartilhar com vocês algumas coisas a respeito dela.
Busquei no dicionário o significado de “DIFERENTE” e encontrei: 1.Que não é igual, que difere. 2.Variado. 3.Modificado e busquei o significado de “INDIFERENTE” e encontrei: 1.Que demonstra desinteresse. 2.Que não é bom e nem mau. Agora que já sabemos o que é “diferente” e “indiferente” quero citar alguns versículos bíblicos, que são:
[1 João 2:15] – “Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele.”
[1 João 5:19] - “Sabemos que somos de Deus e que o mundo todo está sob o poder do Maligno.”
[João 15:19] – “Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia.”
Deus através de Jesus Cristo nos convida a salvação [João 3:16] e no momento onde pela fé aceitamos Jesus Cristo nós passamos dá “morte” para a “vida” e com isso nosso estilo de vida muda, passamos a viver de modo DIFERENTE isto envolve mudanças de atitudes, mudanças de valores e até de princípios, vou dar um exemplo que esta na epistola de Paulo a Tito, (recomendo que você leia os 3 capítulos para uma compreensão melhor) o texto que quero frisar é:
[Tito 2:11 ao 15] – “Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente, enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Ele se entregou por nós a fim de nos remir de toda a maldade e purificar para si mesmo um povo particularmente seu, dedicado à prática de boas obras. É isso que você deve ensinar, exortando-os e repreendendo-os com toda a autoridade. Ninguém o despreze.”
Esses versículos caracterizam a DIFERENÇA que o cristão tem em sua vida, pois antes de aceitar a Jesus e termos nossas vidas mudadas vivíamos “amando o mundo” para entendermos o que é “amar o mundo” vamos ler outra passagem de Tito que é:
[Tito 3:3] – “Houve tempo em que nós também éramos insensatos e desobedientes, vivíamos enganados e escravizados por toda espécie de paixões e prazeres. Vivíamos na maldade e na inveja, sendo detestáveis e odiando-nos uns aos outros.”
Essa é a diferença de quem professa fé em Jesus Cristo, porém infelizmente algumas pessoas entendem errado esse conceito de ser “diferente” e acabam se tornando pessoas “INDIFERENTES” isto é não estão nem ai para aquelas pessoas que ainda não conheceram Jesus e o pior é que essa indiferença às vezes vem por uma má compreensão do que significa “não ser do mundo”, mas Jesus nos ensina algo interessante em:
[Lucas 5:30 ao 32] – “Mas os fariseus e aqueles mestres da lei que eram da mesma facção queixaram-se aos discípulos de Jesus: "Por que vocês comem e bebem com publicanos e ‘pecadores’? "Jesus lhes respondeu: "Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Eu não vim chamar justos, mas pecadores ao arrependimento”.”
Nesse texto Jesus se relacionou com pessoas de “má fama” os “mundanos”, esse relacionamento não veio por um interesse de Jesus em praticar algum tipo de pecado, mas veio pelo interesse de mostrar para os “doentes” a “cura” de mostrar para os “perdidos” a “direção” de trazer “purificação” para aqueles que estavam “sujos”, Jesus estava levando a essas pessoas uma maneira diferente de viver, mais alguns “cristãos” acabam se sentindo superiores a essas pessoas, se sentindo “super santos” se gloriando por não se relacionarem com elas, mas é necessário que nos lembremos de dois versículos:
[João 17:15] – “Não rogo que os tires do mundo, mas que os protejas do Maligno.”
[João 17:18] - “Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo.”
Entenda que é fundamental nos relacionarmos com pessoas, independente de como seja o estilo de vida, cor, pratica, costume, e etc. Os verdadeiros cristãos são enviados a todas as pessoas buscando alcançar o maior numero possível. Não julgue aqueles que ainda não conheceram o evangelho, mas leve o evangelho a estes. Viva fazendo a diferença e não sendo indiferente!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
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