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domingo, 18 de março de 2012

Destruindo o Futuro: Garotos e Garotas - Parte 2

Garotos, garotas e suas lutas, parte 2...



Assim como muitos estudantes do ensino médio ou da universidade, eu tinha sonhos de encontrar, dentre uma grande variedade de estudantes, a pessoa certa com quem dividiria a minha vida. Em meus sonhos, os padrões eram bastante razoáveis: inteligente, esperta, bonita, personalidade atraente, capaz de pensar que eu era grande e um estimulante andar com Deus.

Para muitos de meus amigos, o sonho se tornou um pesadelo. O sexo antes do casamento os levou a um vôo de helicóptero que eventualmente os esmagou no asfalto duro, diminuindo seriamente as chances de eles terem um casamento puro e agradável (não mencionando “duradouro”).

O que acontece depois do sexo? As atitudes anteriores dizimam um bom futuro?
Infelizmente, em muitos casos, a resposta é “sim”. Nossas atitudes realmente têm conseqüências. Os explosivos colocados em uma vida hoje podem ser detonados nos tempos mais inoportunos. Assim como as minas terrestres letais, tais explosivos geralmente deixam como resultado muito pouco daquilo que prometia ser tão bom e correto. O sexo antes do casamento, por exemplo, tem uma longa história de produzir desconfiança em casamentos e de causar divórcios.

O sexo antes do casamento sempre se realiza sem o reconhecimento de que a experiência freqüentemente leva ao hábito. A pessoa que pratica o sexo antes do casamento é uma presa fácil para a prática de outros pecados. Embora fiquemos admirados quando ouvimos que alguém teve um caso de adultério, é provável que ele ou ela mantinha um hábito sexual, em sua mente ou em seu corpo, durante algum tempo antes. Um estilo de vida secreto caracterizado por desobediência sempre resulta de provar o gole inicial das águas roubadas do sexo — uma experiência ou um pensamento produz outro, e mais outro, entorpecendo a consciência e enfraquecendo a determinação.

O maior problema da promiscuidade está no fato de que ela acaba em ruína eterna. O apóstolo Paulo disse, em 1 Coríntios 6.9-10, que os ímpios não herdarão o reino de Deus — “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus”.

Você pode iludir os outros, mas não a Deus; portanto, não engane a si mesmo. O pecado leva a julgamento. É verdade que cada pessoa tem pecado e merece o inferno. Nestes versículos, porém, o apóstolo Paulo estava apresentando argumentos para que fossem evitadas as principais tentações enfrentadas pelos crentes de Corinto, uma sociedade que tinha uma cultura muito semelhante à nossa.

Entretanto, Deus pode transformar uma vida de promiscuidade sexual. Depois de catalogar vários tipos de pessoas que não entrarão no céu, Paulo continuou:
“Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.11).

Existe muita esperança nestas palavras. Depois de haver sido apanhado na teia da lascívia, a sua porção tem de ser um estilo de vida perpetuamente pecaminoso? Não. Por meio de Cristo, você pode ser libertado; e esta não é uma declaração absurda. Embora nunca possa haver perfeição neste lado do céu, existe uma profunda reversão.

Um verdadeiro cristão será capaz de dizer:
“Essa era a minha condição, porém agora por causa de Cristo, não é mais”.




                                                                                                                                                                    Texto extraído de: Teorlogico 

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Luxúria: Garotos e Garotas - Parte I

Garotos, garotas e suas lutas...

A luxúria tira o brilho e torce a verdadeira masculinidade e feminilidade de maneiras danosas. Faz com que o bom desejo do homem de buscar se reduza a “capturar” e “usar”, e com que o bom desejo da mulher de ser bonita, se reduza à “sedução” e “manipulação”. Em geral, parece que tanto a homens quanto a mulheres, a luxúria os tenta de duas maneiras exclusivas: os homens são tentados pelo prazer que a luxúria oferece, e as mulheres são tentadas pelo poder oferecido por ela.

O motor da luxúria em um rapaz é, em geral, o desejo de sentir prazer sexual e físico. O “benefício” que a luxúria lhe oferece é sentir-se bem. A luxúria do homem o leva a separar o corpo da mulher de sua alma, mente e pessoa, e a usá-la em busca do seu prazer egoísta. Não é por isso que a maior parte da pornografia está dirigida aos homens e pinta as mulheres de forma exclusiva para o prazer deles? A pornografia reforça a mentira de que as mulheres são brinquedos sexuais, a fim de que os homens as desfrutem, que as mulheres gostam que as usem, não que as amem nem as valorizem. Alguns homens preferem masturbar-se, olhando pornografia, em vez de iniciar uma relação real em casamento com uma mulher, porque isto lhes permite viver na fantasia de que seu prazer é tudo o que importa.

Talvez, a mulher sinta a tentação de uma maneira similar, mas parece que a luxúria não a alcança de maneira tão natural. O que a alcança de maneira natural é o desejo de intimidade. Então, quando vê um homem sedutor num anúncio publicitário, pode sentir-se tentada a fantasiar com a idéia de ter uma relação sexual com ele, mas o mais provável, é que esta tentação se encontre arraigada numa fantasia de relacionar-se com ele, na qual o prazer físico é um ponto secundário, diante de seu desejo de atenção apaixonada e intimidade emocional.

A luxúria oferece aos homens o prazer de sua sexualidade, sem o esforço que exige a intimidade. Para as mulheres, oferece o poder de obter o que querem no aspecto relacional, se usam sua sexualidade para seduzir.
Uma vez, o doutor Albert Mohler fez uma declaração escandalosa, mas precisa: "Os homens se sentem tentados a entregar-se à pornografia; as mulheres se sentem tentadas a produzir pornografia”. Se você é uma mulher, não precisa pousar para uma fotografia, nem estar no elenco de um filme pornográfico para produzir pornografia. Quando se veste e se comporta de uma maneira desenhada, a princípio, para despertar o desejo em um homem, você produz pornografia com a sua própria vida.

“Creio que a raiz da luta contra a luxúria para as mulheres é que desejam dominar os homens, desejam controlá-los e manipulá-los por meio do atrativo sexual”, me escreveu uma mulher casada de Knoxville.

“Se um casal caminha pela rua e os dois vêem um anúncio publicitário muito sedutor, os dois podem se sentir tentados pela luxúria, mas de diferentes modos. O homem se sente tentado pelo prazer sexual com a mulher do anúncio, enquanto, nós, mulheres, desejamos parecer-nos com a mulher do anúncio, porque sabemos que isso é o que querem os homens”.

Uma mulher chamada Josie concorda: “Existe um grau de poder na sedução, ainda que
tenha uma curta duração e seja falsa. Nós sabemos que possuímos a habilidade de fazer
com que um homem faça o que queremos, quando nos vestimos e agimos de uma certa maneira”.


Diane evita os anúncios publicitários de lingeries e os vidros das lojas. Devido ao seu pecado sexual passado e à maneira sedutora como se vestia par atrair os rapazes, ver essas imagens lhe produzem ira a frustração.

Percebeu que uma das maneiras em que a mulher pratica a luxúria é incitá-la nos homens.

O que o (a) tenta? Reconhece que muitas vezes, essas tentações se intercambiam entre os sexos. Todos podemos nos sentir tentados perante o prazer e o poder que a luxúria oferece; mas se compreendemos qual é a inclinação habitual do homem e da mulher, quando estamos frente a frente, encontramos ajuda para criar nosso plano de ação para lutar contra a impureza sexual.

Identificada a mentira específica da nossa luxúria, podemos mudar a falsa promessa pela verdade específica da Palavra de Deus. Só Deus pode nos dar um prazer duradouro e satisfazer nosso desejo de intimidade.

Texto extraído de: Teorlogico 

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

“Músico Cristão pode tocar secular?” – Veja o que pensa João Alexandre


Por Antognoni Misael
Anos atrás peguei o edital do vestibular Universidade Federal da Paraíba para decidir que curso fazer e seguir carreira profissional. Dentre tantos que cogitava, um curso me chamara bastante atenção: “Música Popular”. Tratava-se de um curso novo no campus, e que era voltado para a musicalidade popular, folclórica, menos próxima das escolas eruditas, como é de tradição nas academias do Brasil. Assim como um músico orquestral, o músico popular estaria habilitado para seguir carreira, vendendo sua força de trabalho para o mercado e vivendo dignamente como qualquer outro profissional das outras áreas.
Este embate me fez repensar o que por muitos anos foi inadmissível por parte de igreja. “Poderia eu tocar secularmente”? Era comum se cobrar de um músico novo convertido o abandono total de suas funções no secular na argumentação de que aquela atividade não era para glória de Deus, em detrimento do servir integralmente ao louvor da igreja, enquanto esta se levantava em oração para que um outro emprego “digno” aparecesse para o recém chegado músico.
Repensando nesta questão, que considero praticamente resolvida (sou otimista), trago pequenos trechos do livro “Músico – profissão ou ministério”, do cantor e compositor João Alexandre e de Luciano Garrutti Filho, em que ele (João) contribui com sua opinião sobre o assunto. Acompanhe:
1) Tocar para glória de Deus significa tocar só música evangélica?
J.A.: É bom que se lembre que Deus não é evangélico. Deus é Deus. Há uma tendência de achar que a nossa música, ou a música executada pelos evangélicos, seja a música correta. (…) a música não possui caráter o credo religioso. No tocante à letra, qualquer música que se enquadre naquele versículo que diz: “Quanto ao mais, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo que é justo, tudo o que é puro, tudo que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”. (Filipenses 4:8); pode ser cantada, não precisa ser necessariamente música evangélica. Existem músicas que nem evangélicas são, e que falam sobre verdades muito bonitas, sobre valores intrínsecos, os quais estão de acordo com os valores bíblicos. Tudo o que está contido na Verdade bíblica é passível de ser cantado, sem qualquer constrangimento. Aliás, depois da conversão já não deveria mais haver distinção entre aquelas atividades que são consideradas como carnais, e aquelas consideradas como espirituais. O que queremos dizer com isso é que, depois da conversão, tudo o que fazemos deve ser espiritual. Lavar o carro deve ser tão espiritual quanto cantar um “corinho”, por exemplo. A Palavra de Deus nos ensina que devemos andar em Espírito (Gálatas 5:16, 25; Colossenses 1:10; 2:6), significando que o estar em Cristo não é constituídos em atos isolados, mas de um estilo de vida motivado por um coração transformado por Deus.
2) O músico profissional cristão deve e pode trabalhar em ambientes tais como bares, restaurantes, etc.?
J.A.: Isto seria o mesmo que perguntar a um médico se ele pode trabalhar em um hospital ou clínica. Com certeza, um médico não iria clinicar no bar da esquina, ou em meio a um restaurante, assim como seria pouco provável que um músico viesse a tocar em um determinado hospital ou maternidade. O que está em questão aqui não é a atividade em si mesma, mas o ambiente onde ela é geralmente executada. O ambiente no qual o músico trabalha é um ambiente geralmente rotulado como pernicioso e nocivo à moral pela maioria do setor evangélico da sociedade. Isto acontece pelo fato de haver em alguns desses lugares a presença de drogas, bebidas, e coisas do gênero. Todavia, gostaríamos de lembrar aos leitores de que o ambiente de trabalho de um músico não se restringe “única e exclusivamente” a lugares como os descritos acima. Existem outros ambientes sociais onde o músico pode exercer a sua profissão, tais como: concertos de música clássica, casamentos, recepções, etc.; os quais são desprovidos deste caráter pernicioso. Além disso, as drogas, bebidas, e coisas do gênero também estão presentes em outros ambientes de trabalho tais como: hospitais, na política, etc. Não é necessário ser músico para entrar em contato com a triste realidade do mundo a nossa volta. Vale a pena dizer que nem sempre o músico tem o privilégio da escolha. Em tempos de “vacas magras”, a fim de sustentar sua família (pois apesar da desatenção de muitos, sim! o músico também é pai de família, e como tal possui muitas possibilidades) ele pode vir a ter que tocar em ambientes que não são de sua preferência pessoal, o que não significa que por isso ele venha necessariamente corromper-se, ou coisa semelhante. A única diferença entre a música e as demais profissões é que ela vem sofrendo grande preconceito por parte da sociedade em geral por vários anos. O músico, graças a algumas questões culturais, carrega aquele estereótipo de bom vivan, o qual em hipótese alguma condiz com a realidade dos fatos. É aquela velha estória da preguiçosa cigarra que vivia a cantar o dia inteiro, enquanto que a valorosa formiga somente trabalhava. Há também o ditado que diz que Deus ajuda a quem cedo madruga. É um ditado “bonitinho” este, o único problema é que ele desconsidera os músicos e os guardas-noturnos, que trabalham durante a noite. Agora, um músico profissional cristão deve ser uma pessoa preparada para enfrentar ambientes como estes sem se deixar influenciar e, se possível influenciar aqueles que o cercam para que se aproximem de Deus. É aí que entra o papel da Igreja, não como elemento repressor, mas como aquela que há de prover ao músico o suporte espiritual e emocional para que ele seja luz no mundo e sal da terra, e faça diferença no meio onde vive. O músico, sempre é obrigado a ser uma benção na vida de seus irmãos, e raramente tem o privilégio e a oportunidade de ser abençoado por estes.
Texto extraido de: Púlpito Cristão 

sábado, 30 de julho de 2011

Falando sobre pornografia e masturbação




Galera hoje estou postando um pequeno livro que fala sobre a sexualidade, vejo que muitas pessoas têm duvidas sobre esse assunto. Esse livro esclarecerá muita coisa pra você!


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e lembrando se gostar, não deixe de comprar o livro ;)

sábado, 9 de julho de 2011

O que é a Igreja?



[1 Coríntios 6:19,20] - "Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de si mesmos? Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o corpo de vocês.





Hoje só quero te lembrar que Deus mora em você! e não em construções feitas por mãos humanas ;)

sábado, 21 de maio de 2011

[IN]diferente




Durante essa semana enquanto eu trabalhava veio a minha mente a seguinte frase: “Deus nos convida a viver de modo diferente e não de modo indiferente”, essa frase não saiu de minha mente então quero compartilhar com vocês algumas coisas a respeito dela.

Busquei no dicionário o significado de “DIFERENTE” e encontrei: 1.Que não é igual, que difere. 2.Variado. 3.Modificado e busquei o significado de “INDIFERENTE” e encontrei: 1.Que demonstra desinteresse. 2.Que não é bom e nem mau. Agora que já sabemos o que é “diferente” e “indiferente” quero citar alguns versículos bíblicos, que são:

[1 João 2:15] – “Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele.”

[1 João 5:19] - “Sabemos que somos de Deus e que o mundo todo está sob o poder do Maligno.”

[João 15:19] – “Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia.”

Deus através de Jesus Cristo nos convida a salvação [João 3:16] e no momento onde pela fé aceitamos Jesus Cristo nós passamos dá “morte” para a “vida” e com isso nosso estilo de vida muda, passamos a viver de modo DIFERENTE isto envolve mudanças de atitudes, mudanças de valores e até de princípios, vou dar um exemplo que esta na epistola de Paulo a Tito, (recomendo que você leia os 3 capítulos para uma compreensão melhor) o texto que quero frisar é:

[Tito 2:11 ao 15] – “Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente, enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Ele se entregou por nós a fim de nos remir de toda a maldade e purificar para si mesmo um povo particularmente seu, dedicado à prática de boas obras. É isso que você deve ensinar, exortando-os e repreendendo-os com toda a autoridade. Ninguém o despreze.”

Esses versículos caracterizam a DIFERENÇA que o cristão tem em sua vida, pois antes de aceitar a Jesus e termos nossas vidas mudadas vivíamos “amando o mundo” para entendermos o que é “amar o mundo” vamos ler outra passagem de Tito que é:

[Tito 3:3] – “Houve tempo em que nós também éramos insensatos e desobedientes, vivíamos enganados e escravizados por toda espécie de paixões e prazeres. Vivíamos na maldade e na inveja, sendo detestáveis e odiando-nos uns aos outros.”

Essa é a diferença de quem professa fé em Jesus Cristo, porém infelizmente algumas pessoas entendem errado esse conceito de ser “diferente” e acabam se tornando pessoas “INDIFERENTES” isto é não estão nem ai para aquelas pessoas que ainda não conheceram Jesus e o pior é que essa indiferença às vezes vem por uma má compreensão do que significa “não ser do mundo”, mas Jesus nos ensina algo interessante em:

[Lucas 5:30 ao 32] – “Mas os fariseus e aqueles mestres da lei que eram da mesma facção queixaram-se aos discípulos de Jesus: "Por que vocês comem e bebem com publicanos e ‘pecadores’? "Jesus lhes respondeu: "Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Eu não vim chamar justos, mas pecadores ao arrependimento”.”

Nesse texto Jesus se relacionou com pessoas de “má fama” os “mundanos”, esse relacionamento não veio por um interesse de Jesus em praticar algum tipo de pecado, mas veio pelo interesse de mostrar para os “doentes” a “cura” de mostrar para os “perdidos” a “direção” de trazer “purificação” para aqueles que estavam “sujos”, Jesus estava levando a essas pessoas uma maneira diferente de viver, mais alguns “cristãos” acabam se sentindo superiores a essas pessoas, se sentindo “super santos” se gloriando por não se relacionarem com elas, mas é necessário que nos lembremos de dois versículos:

[João 17:15] – “Não rogo que os tires do mundo, mas que os protejas do Maligno.”

[João 17:18] - “Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo.”

Entenda que é fundamental nos relacionarmos com pessoas, independente de como seja o estilo de vida, cor, pratica, costume, e etc. Os verdadeiros cristãos são enviados a todas as pessoas buscando alcançar o maior numero possível. Não julgue aqueles que ainda não conheceram o evangelho, mas leve o evangelho a estes. Viva fazendo a diferença e não sendo indiferente!

sábado, 14 de maio de 2011

John Piper - Faça Guerra





[Gálatas 5:16 ao 24] -"Por isso digo: vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne. Pois a carne deseja o que é contrário ao Espírito; e o Espírito, o que é contrário à carne. Eles estão em conflito um com o outro, de modo que vocês não fazem o que desejam. Mas, se vocês são guiados pelo Espírito, não estão debaixo da lei. Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes. Eu os advirto, como antes já os adverti, que os que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei. Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos."