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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

O conto de fadas masculino: Pornografia


E ae manos e manas!
O texto a seguir é de um psicologo (Frederico Mattos) falando sobre a pornografia e o homem. O ponto de vista dele é muito interessante. Dei uma “enxugada” no texto resolvi compartilhar aqui.
Segue:
É típico do homem dizer, até mesmo com certo orgulho ou desdém, que mulheres acreditam em contos de fada. Que Walt Disney perpetuou o sonho encantado nas mentes femininas com a promessa de um homem perfeito que surge do nada. E que elas, tão bobinhas, ainda acreditam nessa baboseira.
Acontece que nós, homens, temos a nossa própria versão do conto de fadas: a pornografia.
No universo da pornografia, a mulher nunca rejeita sexo. Ela pode por breves momentos recuar ou bloquear o homem, mas esse movimento ocorre como um falso jogo de resistência para atiçar sua testosterona.
Essa mulher-fantasia sempre quer ser saciada de maneira vulcânica e se revela uma leoa sexual, até então recolhida. Nesse mundo utópico criado pela pornolândia existe uma sensação de paridade no desejo sexual. O homem nunca se vê rejeitado em seu instinto. A saciedade é garantida sem que se precise fazer grandes malabarismos, jantares caros, pedidos de casamento ou declarações de amor eterno.
Dificilmente se vê um filme pornô simulando uma cena com uma prostituta, afinal, ela cede porque é paga, e na fantasia do homem isso não valida sua vaidade pessoal. Homem que é homem conquista a caça, e aqueles que não querem se dar ao trabalho são inexperientes ou incapazes sociais, então usam o dinheiro como atalho.
A lenda pornográfica revela uma mulher comum que aceita o homem com seus desejos mais primitivos e os estimula sem pudor ou moralismo.
Existe uma assimetria entre os gêneros que se mantém praticamente inalterada em diferentes culturas através do tempo: homens buscam sexo com maior frequência do que mulheres. Por conta do nível aumentado da testosterona, a libido masculina se manifesta prioritariamente de forma genital, enquanto na mulher é mais distribuída em diversas áreas erógenas e diluída em várias atividades além da cama.
O homem busca relaxamento e realização sexual essencialmente no sexo. A mulher, no sentido mais amplo, busca a mesma coisa de outras e diversas formas: dançando, conversando, trabalhando, passeando, produzindo, acariciando… e também através do sexo, claro. Para o homem isso se circunscreve na ejaculação associada ao estímulo visual.
A pornografia funciona melhor para os homens porque em sua maioria eles estão ansiosos por serem sequestrados por estímulos visuais. Mulheres geralmente se excitam com narrativas complexas que mexam com inúmeros canais. Por esse motivo é frequentemente mais trabalhoso proporcionar e incitar prazer em uma mulher do que em um homem. Isso pode ser confundido com baixa libido feminina, mas não é nada disso. É apenas uma diferenciação de métodos.
Algumas mulheres podem alegar que se sentem tão ávidas sexualmente quanto os homens. Vocês existem, mas são minoria. Isso leva muitos homens a cometer o erro de separar as mulheres em dois grupos: As que são “santas”, “para casar”, mas com as quais ele vai ter que negociar o sexo e enfrentar TPMs e oscilações de humor, e as “liberais”, “para transar”, que (na sua fantasia) desejam sexo sem pudor, irrestritamente.
No seu conto de fada pornográfico, o grande receio masculino de ser rejeitado sexualmente e se sentir desprezado em seu orgulho é reduzido a zero. Na fantasia com a mulher hiperorgástica ele é reafirmado como o macho provedor de prazer invicto, já que elas dificilmente questionam, nunca cansam, sempre variam posições e alcançam o orgasmo.
Do mesmo modo que o príncipe encantado faz as vezes do papai superpoderoso no inconsciente feminino, a pornstar representa no subconsciente masculino como o colo da mãe incondicional que sempre diz sim.
Se não ficou claro até aqui, realço que o homem anseia por algo que não existe: a paridade de desejos sexuais com sua parceira. Mesmo se existisse, ele próprio renegaria ou agiria de forma doentia e ciumenta.
Escrito por Frederico Mattos
  Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. - Romanos 12:2
Observação minha (Fernando Ortega)
Sei que para alguns o texto pode parecer um pouco pesado ou explicito, mas é preciso falar a respeito. É por deixar de falar dessas coisas que são formados os “tabus” que mantém as pessoas na ignorância (sem conhecimento) levando-as a queda.
Então, chutemos tabus!!! Sem hipocrisia, sem mimimi. ;)
Abração galera!


Créditos: Não Morda a Maça

domingo, 18 de março de 2012

Destruindo o Futuro: Garotos e Garotas - Parte 2

Garotos, garotas e suas lutas, parte 2...



Assim como muitos estudantes do ensino médio ou da universidade, eu tinha sonhos de encontrar, dentre uma grande variedade de estudantes, a pessoa certa com quem dividiria a minha vida. Em meus sonhos, os padrões eram bastante razoáveis: inteligente, esperta, bonita, personalidade atraente, capaz de pensar que eu era grande e um estimulante andar com Deus.

Para muitos de meus amigos, o sonho se tornou um pesadelo. O sexo antes do casamento os levou a um vôo de helicóptero que eventualmente os esmagou no asfalto duro, diminuindo seriamente as chances de eles terem um casamento puro e agradável (não mencionando “duradouro”).

O que acontece depois do sexo? As atitudes anteriores dizimam um bom futuro?
Infelizmente, em muitos casos, a resposta é “sim”. Nossas atitudes realmente têm conseqüências. Os explosivos colocados em uma vida hoje podem ser detonados nos tempos mais inoportunos. Assim como as minas terrestres letais, tais explosivos geralmente deixam como resultado muito pouco daquilo que prometia ser tão bom e correto. O sexo antes do casamento, por exemplo, tem uma longa história de produzir desconfiança em casamentos e de causar divórcios.

O sexo antes do casamento sempre se realiza sem o reconhecimento de que a experiência freqüentemente leva ao hábito. A pessoa que pratica o sexo antes do casamento é uma presa fácil para a prática de outros pecados. Embora fiquemos admirados quando ouvimos que alguém teve um caso de adultério, é provável que ele ou ela mantinha um hábito sexual, em sua mente ou em seu corpo, durante algum tempo antes. Um estilo de vida secreto caracterizado por desobediência sempre resulta de provar o gole inicial das águas roubadas do sexo — uma experiência ou um pensamento produz outro, e mais outro, entorpecendo a consciência e enfraquecendo a determinação.

O maior problema da promiscuidade está no fato de que ela acaba em ruína eterna. O apóstolo Paulo disse, em 1 Coríntios 6.9-10, que os ímpios não herdarão o reino de Deus — “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus”.

Você pode iludir os outros, mas não a Deus; portanto, não engane a si mesmo. O pecado leva a julgamento. É verdade que cada pessoa tem pecado e merece o inferno. Nestes versículos, porém, o apóstolo Paulo estava apresentando argumentos para que fossem evitadas as principais tentações enfrentadas pelos crentes de Corinto, uma sociedade que tinha uma cultura muito semelhante à nossa.

Entretanto, Deus pode transformar uma vida de promiscuidade sexual. Depois de catalogar vários tipos de pessoas que não entrarão no céu, Paulo continuou:
“Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.11).

Existe muita esperança nestas palavras. Depois de haver sido apanhado na teia da lascívia, a sua porção tem de ser um estilo de vida perpetuamente pecaminoso? Não. Por meio de Cristo, você pode ser libertado; e esta não é uma declaração absurda. Embora nunca possa haver perfeição neste lado do céu, existe uma profunda reversão.

Um verdadeiro cristão será capaz de dizer:
“Essa era a minha condição, porém agora por causa de Cristo, não é mais”.




                                                                                                                                                                    Texto extraído de: Teorlogico 

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Luxúria: Garotos e Garotas - Parte I

Garotos, garotas e suas lutas...

A luxúria tira o brilho e torce a verdadeira masculinidade e feminilidade de maneiras danosas. Faz com que o bom desejo do homem de buscar se reduza a “capturar” e “usar”, e com que o bom desejo da mulher de ser bonita, se reduza à “sedução” e “manipulação”. Em geral, parece que tanto a homens quanto a mulheres, a luxúria os tenta de duas maneiras exclusivas: os homens são tentados pelo prazer que a luxúria oferece, e as mulheres são tentadas pelo poder oferecido por ela.

O motor da luxúria em um rapaz é, em geral, o desejo de sentir prazer sexual e físico. O “benefício” que a luxúria lhe oferece é sentir-se bem. A luxúria do homem o leva a separar o corpo da mulher de sua alma, mente e pessoa, e a usá-la em busca do seu prazer egoísta. Não é por isso que a maior parte da pornografia está dirigida aos homens e pinta as mulheres de forma exclusiva para o prazer deles? A pornografia reforça a mentira de que as mulheres são brinquedos sexuais, a fim de que os homens as desfrutem, que as mulheres gostam que as usem, não que as amem nem as valorizem. Alguns homens preferem masturbar-se, olhando pornografia, em vez de iniciar uma relação real em casamento com uma mulher, porque isto lhes permite viver na fantasia de que seu prazer é tudo o que importa.

Talvez, a mulher sinta a tentação de uma maneira similar, mas parece que a luxúria não a alcança de maneira tão natural. O que a alcança de maneira natural é o desejo de intimidade. Então, quando vê um homem sedutor num anúncio publicitário, pode sentir-se tentada a fantasiar com a idéia de ter uma relação sexual com ele, mas o mais provável, é que esta tentação se encontre arraigada numa fantasia de relacionar-se com ele, na qual o prazer físico é um ponto secundário, diante de seu desejo de atenção apaixonada e intimidade emocional.

A luxúria oferece aos homens o prazer de sua sexualidade, sem o esforço que exige a intimidade. Para as mulheres, oferece o poder de obter o que querem no aspecto relacional, se usam sua sexualidade para seduzir.
Uma vez, o doutor Albert Mohler fez uma declaração escandalosa, mas precisa: "Os homens se sentem tentados a entregar-se à pornografia; as mulheres se sentem tentadas a produzir pornografia”. Se você é uma mulher, não precisa pousar para uma fotografia, nem estar no elenco de um filme pornográfico para produzir pornografia. Quando se veste e se comporta de uma maneira desenhada, a princípio, para despertar o desejo em um homem, você produz pornografia com a sua própria vida.

“Creio que a raiz da luta contra a luxúria para as mulheres é que desejam dominar os homens, desejam controlá-los e manipulá-los por meio do atrativo sexual”, me escreveu uma mulher casada de Knoxville.

“Se um casal caminha pela rua e os dois vêem um anúncio publicitário muito sedutor, os dois podem se sentir tentados pela luxúria, mas de diferentes modos. O homem se sente tentado pelo prazer sexual com a mulher do anúncio, enquanto, nós, mulheres, desejamos parecer-nos com a mulher do anúncio, porque sabemos que isso é o que querem os homens”.

Uma mulher chamada Josie concorda: “Existe um grau de poder na sedução, ainda que
tenha uma curta duração e seja falsa. Nós sabemos que possuímos a habilidade de fazer
com que um homem faça o que queremos, quando nos vestimos e agimos de uma certa maneira”.


Diane evita os anúncios publicitários de lingeries e os vidros das lojas. Devido ao seu pecado sexual passado e à maneira sedutora como se vestia par atrair os rapazes, ver essas imagens lhe produzem ira a frustração.

Percebeu que uma das maneiras em que a mulher pratica a luxúria é incitá-la nos homens.

O que o (a) tenta? Reconhece que muitas vezes, essas tentações se intercambiam entre os sexos. Todos podemos nos sentir tentados perante o prazer e o poder que a luxúria oferece; mas se compreendemos qual é a inclinação habitual do homem e da mulher, quando estamos frente a frente, encontramos ajuda para criar nosso plano de ação para lutar contra a impureza sexual.

Identificada a mentira específica da nossa luxúria, podemos mudar a falsa promessa pela verdade específica da Palavra de Deus. Só Deus pode nos dar um prazer duradouro e satisfazer nosso desejo de intimidade.

Texto extraído de: Teorlogico 

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Desmistificação da homofobia




Este vídeo esteve circulando na internet há uns dias. Até onde se sabe, ele não é obra de nenhum evangélico, nem mesmo de alguma igreja evangélica. É apenas um cidadão expondo sua opinião. Assim como a maioria dos brasileiros, ele não concorda com a doutrinação gay e a vitimização que está sendo promovida pelos grupos ativistas homossexuais.
Como em outras oportunidades, reafirmamos nosso respeito pelos homossexuais. Porém, cremos que o homossexual tem tanto direito de ser homossexual quanto nós temos de discordar.


sábado, 30 de julho de 2011

Falando sobre pornografia e masturbação




Galera hoje estou postando um pequeno livro que fala sobre a sexualidade, vejo que muitas pessoas têm duvidas sobre esse assunto. Esse livro esclarecerá muita coisa pra você!


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e lembrando se gostar, não deixe de comprar o livro ;)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O namoro leva à intimidade, mas não necessariamente a um compromisso.


"O coração é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo?"





Jamie era uma caloura no ensino médio; seu namorado, Troy, estava no último ano. Troy era tudo que a Jamie sonhou em um rapaz, e por oito meses eram inseparáveis. Mas dois meses antes do Troy partir para a faculdade, ele abruptamente anunciou que não queria mais ver a Jamie.
“Quando terminamos, foi definitivamente a coisa mais difícil que já aconteceu comigo” Jamie me contou depois. Mesmo que fisicamente não passaram de um beijo, Jamie tinha entregado o seu coração e as suas emoções completamente ao Troy. Ele tinha aproveitado a intimidade enquanto servia às suas necessidades, mas a rejeitou quando estava pronto para seguir adiante.

Esta estória lhe parece familiar? Talvez você tenha ouvido algo semelhante de um amigo, ou talvez você mesmo tenha vivido isso. Como em muitos namoros, Jamie e Troy se tornaram íntimos com pouco, ou mesmo nenhum, pensamento sobre compromisso ou como seriam afetados quando terminassem. Podemos por a culpa no Troy por ter sido um canalha, mas façamos uma pergunta a nós mesmos. Qual é a idéia principal na maioria dos namoros? Geralmente o namoro estimula a intimidade pela própria intimidade - duas pessoas se aproximam sem nenhuma real intenção de um compromisso de longo prazo.
Intimidade que se aprofunda sem a definição de um nível de compromisso é nitidamente perigoso. É como escalar uma montanha com uma parceira sem saber se ela quer a responsabilidade de segurar a sua corda. Quando estiverem a seiscentos metros de altura em uma encosta, você não quer conversar sobre como ela se sente “presa” por causa do relacionamento. Do mesmo modo, muitas pessoas experimentam mágoas profundas quando elas se abrem emocionalmente e fisicamente apenas para serem abandonadas por outros que declaram que não estão prontos para um “compromisso sério”.

Um relacionamento íntimo é uma experiência linda que Deus deseja que experimentemos. Mas ele fez com que a realização advinda da intimidade fosse um sub-produto do amor baseado no compromisso. Você poderá dizer que a intimidade entre um homem e uma mulher é a cobertura do bolo de um relacionamento que se encaminha para o casamento. Se olharmos para a intimidade desta forma, então na maioria dos namoros só tem a cobertura. Normalmente falta a eles um propósito ou um alvo bem definido. Na maioria dos casos, especialmente no colégio, o namoro é de curta duração, atendendo às necessidades do momento. As pessoas namoram pois querem aproveitar os benefícios emocionais e até físicos da intimidade sem a responsabilidade de um compromisso real.
Na verdade, isso é a essência da revolução original do namoro. O namoro não existia antigamente. Como eu o vejo, o namoro é um produto da nossa cultura direcionada à diversão e totalmente descartável. Muito antes da revista Seventeen (Dezessete) dar dicas sobre namoro, as pessoas faziam as coisas de modo muito diferente.

Na virada do século vinte, um rapaz e uma garota apenas se envolviam romanticamente quando planejavam se casar. Se um rapaz freqüentasse a casa de uma garota, a família e os amigos deduziam que ele tinha a intenção de pedir a sua mão. Mas as variações de atitude na cultura e a chegada do automóvel trouxeram mudanças radicais. As novas “regras” permitiam às pessoas entregarem-se a todas as emoções do amor romântico sem nenhuma intenção de casamento. A escritora Beth Bailey documentou estas mudanças em um livro cujo título, From Front Porch to Backseat (Do Alpendre ao Banco de Trás), diz tudo sobre a diferença na atitude da sociedade quando o namoro passou a ser a norma. Amor e romance passaram a ser aproveitados pelas pessoas apenas pelo seu valor de entretenimento.

Apesar de muita coisa ter mudado desde os anos 20, a tendência dos namoros em caminhar na direção de uma maior intimidade sem compromisso permanece praticamente a mesma.
Para o cristão este desvio negativo está na raiz dos problemas do namoro. A intimidade sem compromisso desperta desejos - emocionais e físicos - que nenhum dos dois pode satisfazer se agirem corretamente. Em I Tessalonicenses 4:6 a Bíblia chama isso de “defraudar”, em outras palavras, roubar alguém ao criar expectativas mas não satisfazendo o que foi prometido. O Pr. Stephen Olford descreve defraudar como “despertando uma fome que não podemos satisfazer justamente” prometendo algo que não podemos ou não iremos cumprir.
Intimidade sem compromisso, semelhante à cobertura sem o bolo, pode ser gostoso, mas no final passamos mal.